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Exclusivos Jun 21, 2019 Rodrigo Carvalho

Mundial feminino: os primeiros apontamentos após o final da fase de grupos

Dia 7 de Junho começou o Mundial Feminino de Futebol e, na minha opinião, a competição tem sido um sucesso. Muitos espetadores, audiências televisivas recorde, reportagens de sucesso, muitas histórias emocionantes e o mais importante: bom futebol. Numa competição com efeitos e consequências que vão muito para além das quatro linhas (importantíssima na luta pela igualdade de géneros), o futebol feminino está em crescimento em muitos países que estão a provar que a sua aposta começa a dar frutos. Todos conhecemos as históricas potências do futebol feminino: EUA, Suécia, Brasil, Noruega, Canadá, Austrália, Japão ou Alemanha. A revelação este ano tem sido em países que não têm essa história, como a Itália, França (uma potência mundial mais recente) ou Inglaterra, mas também seleções como o Chile, Argentina, Camarões, China ou Nigéria, que começam a intrometer-se nestas competições maiores, com boas jogadoras e um futebol mais desenvolvido. Com o final da fase de grupos deste Mundial, vou fazer um resumo de cada grupo, com algumas menções individuais e coletivas de cada equipa. 

Grupo A

A França ainda não conheceu outro sabor que não o da vitória. (Fotografia: RMC Sport)

Um grupo marcado pela presença da selecção anfitriã, a França, que dominou o grupo desde o jogo inaugural. Com três vitórias na fase de grupos pela primeira vez na sua história, a seleção francesa mostrou ser capaz de lutar por este título, com individualidades muito interessantes. Não sendo uma equipa com o futebol mais atrativo do torneio, a França mostrou-se a um excelente nível, sendo uma das equipas mais perigosas no último terço. Muitas das jogadas começam com diagonais longas pelas centrais, que têm uma boa qualidade no passe longo e aproveitam bastante a qualidade dos extremos, Cascarino e Le Sommer, jogadoras com técnica e uma excelente capacidade para decidir no último terço, através de jogadas individuais ou de cruzamentos, algo muito recorrente nesta equipa. Os destaques individuais desta equipa são vários, mas juntando aos nomes já apresentados, a central Renard (1,87m, três golos marcados) a lateral Torrent (muita capacidade ofensiva e de associação no último terço) e claro, a capitã e craque do Lyon, tricampeã da Europa, Amandine Henry, a organizadora de jogo desta equipa. 

A Noruega apresentou-se a um nível aceitável e esperado, muito pela ausência da sua maior estrela, Ada Hegerberg. Com história no futebol feminino, há uma renovação evidente nesta equipa, que se bateu bem com a França para disputar o primeiro lugar deste grupo. Bem organizadas defensivamente, tem uma das belas duplas de centrais deste Mundial, com Thorisdottir e a capitã Maren Mjelde, ambas jogadoras do Chelsea FC. No meio-campo, Guro Reiten (24 anos) está a atingir uma bela fase da sua carreira e a assumir-se como a desequilibradora desta equipa

A Nigéria mostrou uma bela evolução e motivos para estar satisfeita. Com uma vitória na fase de grupos, a Nigéria carimbou pela segunda vez na sua história a passagem à fase a eliminar, depois de quatro edições seguidas a ficar-se pelos grupos. Rita Chikwelu (31, Kristianstads DFF)  foi o destaque no meio-campo nigeriano.

A Coreia do Sul não conseguiu pontuar naquele que foi o seu terceiro Mundial, fazendo uma pior campanha do que em 2015, onde pela primeira vez ultrapassou a fase de grupos. Yeo Minji marcou o único golo das coreanas nesta competição.

Classificação:

  1. França, 9 pontos (7 golos marcados, 1 golo sofrido)
  2. Noruega, 6 pontos (6 golos marcados, 3 golos sofridos)
  3. Nigéria, 3 pontos (2 golos marcados, 4 golos sofridos)
  4. Coreia do Sul, 0 pontos (1 golo marcado, 8 golos sofridos)

Grupo B

A Alemanha dominou o Grupo B. (Fotografia: DFB-Frauenfußball)

Um dos grupos forte deste Mundial, com a Alemanha a assumir-se como candidata ao título. Sem qualquer golo sofrido na fase de grupos, foram seis golos marcados pelas alemãs. Uma seleção muito pressionante e que gosta de ter bola, as alemãs contam com muito boas jogadoras, lideradas pela capitã e ponta-de lança Alexandra Popp. Apesar de só ter um golo marcado, Popp é uma mais valia para qualquer equipa, a ligar, finalizar e liderar o jogo ofensivo das germânicas. Uma das revelações tem sido também Giulia Gwinn, jogadora de 19 anos que recentemente assinou pelo Bayern. Atuando em diferentes zonas dos corredores laterais, Gwinn mostra ter ADN germânico: elegante com bola, muito inteligente e a aparecer sempre nas zonas certas, é incansável na linha lateral. No meio-campo, a perda da criativa Marozsán no primeiro jogo pode ser importante nos processos ofensivos da equipa, ela que foi das melhores jogadoras frente à China e tem já experiência ao mais alto nível pelo Lyon. Na defesa, a central do Wolfsburgo Doorsoun-Khajeh tem sido imperial, enquanto que a lateral Schweers parece ter agarrado o lugar, depois de ter estado no banco no primeiro jogo. 

A seleção espanhola está a fazer a melhor campanha da sua história, no segundo Mundial que disputa. Lideradas pela fantástica Jenni Hermoso (2 golos, Atlético Madrid, 29 anos), a seleção espanhola tem-se mostrado muito forte a defender (excepto alguns erros individuais), e bem preparada fisicamente para jogos mais abertos e rápidos. Com algumas mudanças de sistema, tem sido um prazer ver a polivalente Corredera (Levante) nas laterais, muito competitiva e a apoiar o ataque com qualidade. Alexia Putellas (Barcelona) tem sido algo irregular, mas é das jogadoras com mais capacidade nesta equipa. Destaque também para Sandra Paños, a guarda redes que representa o Barcelona e que foi muito importante para garantir o segundo lugar no grupo. 

A China conseguiu apurar-se para os oitavos de final, depois de pontuar em dois dos três jogos. Com um ataque perigoso em transição, conseguiu criar dificuldades à Alemanha no primeiro jogo, muito devido a Yang Li (26, Jiangsu Suning), uma verdadeira formiga atómica no ataque. Na baliza, Shimeng Peng (21, Jiangsu Suning) salvou a baliza chinesa com apenas um golo sofrido e mostrou-se ao futebol mundial.

A estreante África do Sul não conquistou nenhum ponto, mas conseguiu mostrar uma bela evolução a níveis defensivos e organizacionais. Sem grandes opções ofensivas, com dificuldade em ter bola, Kgatlana (Beijing BG Phoenix F.C ) foi a jogadora que mais deu nas vistas, e que marcou o golo de honra das africanas.

Classificação:

  1. Alemanha, 9 pontos (6 golos marcados, 0 golos sofridos)
  2. Espanha, 4 pontos (3 golos marcados, 2 golos sofridos)
  3. China, 4 pontos (1 golo marcado, 1 golo sofrido)
  4. África do Sul, 0 pontos (1 golo marcado, 8 golos sofridos)

Grupo C

Cristiana Girelli foi uma das figuras italianas. (Fotografia: FIFA)

O melhor e mais equilibrado grupo desta primeira fase do Mundial. Uma surpresa (Itália), uma confirmação (Austrália) e uma equipa em grande superação (Brasil), todas empatadas com seis pontos. A Itália tem surpreendido no seu terceiro Mundial, primeiro desde 1999, e vai tentar alcançar o seu melhor resultado, a chegada aos quartos de final, em 1991. Em crescimento no futebol mundial, as italianas mostram qualidade, intensidade e individualidades para resolver jogos. Surpreenderam a Austrália no primeiro jogo, um dos melhores até agora, com qualidade no contra-ataque e muita definição no último terço, muito devido à qualidade de Barbara Bonansea (Juventus, 28 anos). Com a experiente Cristiana Girelli (Juventus, 29 anos) em posições mais recuadas, as italianas desenvolveram uma dupla de sucesso e que conta já com 5 golos no total. Com dois golos sofridos de grande penalidade, as italianas mostram-se bem organizadas (como era de esperar) e difíceis de superar, com Gama (Juventus, 30 anos) e Linari (Atlético Madrid, 25 anos) a mostrarem ser uma boa dupla defensiva. No meio-campo, destaque para Valentina Cernoia (Juventus, 27 anos), jogadora muito forte no capítulo do passe (curto, longo ou cruzamento) e Manuela Gigugliano (21 anos, A.C. Milan), a jovem equilibradora e irreverente desta equipa.

A Austrália é sempre uma ameaça, e tem provado ter mais uma geração de qualidade. Com a icónica Sam Kerr (Chicago Red Stars, 25 anos) na frente de ataque (5 golos), a Austrália é uma das equipas mais entusiasmantes de ver jogar. Com um jogo de posse e a sair com bola desde a guarda-redes, o jogo Australiano é vistoso e tem-se traduzido em golos, com 8 marcados em 3 jogos. Com algumas variações de sistema (4-3-3/4-2-3-1/4-1-4-1), Caitlin Foord (Sydney FC , 24 anos) tem mostrado ser a parceira perfeita para Kerr. Na defesa, a jovem lateral Ellie Carpenter (19 anos, Portland Thorns FC) tem mostrado ser muito forte nos duelos (ganha 50%), nos desarmes e confortável com bola, e prova ser mais uma jogadora de futuro (e presente) das “Matildas”, ela que se estreou na liga australiana aos 15 anos. A central Allana Kennedy (Orlando Pride, 24 anos) é também uma jogadora para muitos anos nesta seleção, e será certamente a líder da defesa australiana daqui para frente, mostrando ser muito regular e efetiva nas suas ações.

O Brasil chegou a este Mundial com uma equipa envelhecida, sabendo que se encontra em renovação. Marta (33 anos, Orlando Pride), Cristiane (34 anos, São Paulo FC) e Formiga (41 anos, PSG) ainda são muito influentes, mas têm que ser muito bem geridas, enquanto que novos talentos emergem e se afirmam, como Andressinha (24 anos, Portland Thorns), Debinha (27 anos, NC Courage), Kathellen (23 anos, Bordeaux) ou Geyse (21 anos, Benfica). Neste período de renovação, a equipa é algo irregular, mas tem sempre a qualidade no último terço para decidir, como se viu frente à Itália e Austrália. Não se pode pedir o Mundial a esta equipa, mas chegar aos quartos de final já seria um feito marcante e realista, depois das várias lesões no grupo, incluindo a de Andressa Alves (26 anos, Barcelona), a jogadora mais influente deste grupo neste momento.

A Jamaica estreou-se neste Mundial sem pontos, com muitos golos sofridos, mas com um golo marcado e muita festa. Mostrou ter uma excelente jovem guarda-redes, Sydney Schneider (19 anos, UNC Willmington), uma excelente jogadora na frente, Khadija Shaw (22 anos, Bordeaux) e potencial para chegar de novo a este patamar do futebol mundial.

Classificação:

  1. Itália, 6 pontos (7 golos marcados, 2 golos sofridos)
  2. Austrália, 6 pontos (8 golos marcados, 5 golos sofridos)
  3. Brasil, 6 pontos (6 golos marcados, 3 golos sofridos)
  4. Jamaica, 0 pontos (1 golo marcado, 12 golos sofridos)

Grupo D

Phil Neville implementou o jogo de posse e a Inglaterra tem um registo perfeito. (Fotografia: BBC Sport)

A afirmação da Inglaterra. Num grupo com muita emoção, a seleção orientada por Phil Neville implementou a (recente) identidade inglesa, com um jogo de posse de qualidade, a construir desde trás, a procurar jogadoras entre linhas e com passes de ruptura para as avançadas. Para além da ideia coletiva, existem jogadoras de grandes valias: a dupla de centrais é a mais forte com bola desta compeitção. Houghton (31 anos, Manchester City) e Millie Bright (25 anos, Chelsea FC) têm muita qualidade com bola e é nelas que começam todas as jogadas, tendo como objetivo encontrar colegas entre linhas. Na direita, Lucy Bronze é das melhores na sua posição, com uma regularidade tremenda e dados estatísticos impressionantes: 76% duelos ganhos, 75% passes efetuados, 3.3 desarmes por jogo, 2 passes chave por jogo. Na frente, houve várias alterações ao longo dos jogos, mas a ponta-de-lança Ellen White (30 anos, Manchester City, 3 golos) destacou-se pelas suas movimentações e frieza na cara da guarda-redes.

O Japão mostrou-se organizado coletivamente e uma equipa bastante difícil de bater, com três golos sofridos, dois deles no último jogo frente à Inglaterra. Apesar dos problemas para marcar (apenas dois golos), foi na frente que Mana Iwabuchi (26 anos, Kobe Leonessa) e Sugasawa (28 anos, Urawa Reds) se destacaram, Iwabuchi mais pela criatividade e responsabilidade em originar jogadas a partir de quase nada, enquanto que Sugasawa mostrou a sua qualidade dentro da área como referência.

A Argentina foi a grande revelação deste grupo,mesmo tendo sido eliminada, e uma das boas notícias deste Mundial, eliminando a Escócia. Com uma organização defensiva muito interessante, a central Cometti (23 anos, Sevilla FC) foi a imagem de marca desta equipa: agressiva, potencial e muito competente. O jogo frente à Escócia, na última jornada, foi dos mais emocionantes da fase de grupos, onde as argentinas recuperaram uma desvantagem de três golos.

Apesar de ter sido o seu primeiro Mundial, a Escócia foi uma desilusão (em termos pontuais e exibicionais), num grupo onde até podiam pensar lutar pela qualificação direta para os oitavos de final.  Apesar dos resultados equilibrados frente à Inglaterra e Japão (2-1 e 2-1), as exibições nunca foram convincentes e a lesão de Christie Murray (29 anos, Liverpool FC) parece ter sido essencial para o jogo ofensivo escocês, que foi quase inexistente e sem grande fluidez.

Classificação:

  1. Inglaterra, 9 pontos (5 golos marcados, 1 golo sofrido)
  2. Japão, 4 pontos (2 golos marcados, 3 golos sofridos)
  3. Argentina, 2 pontos (3 golos marcados, 4 golos sofridos)
  4. Escócia, 1 ponto (5 golos marcados, 7 golos sofridos)

Grupo E

A Holanda foi a mais forte no Grupo E. (Fotografia: BBC Sport)

No seu segundo Mundial, a Holanda afirma-se cada vez mais como uma seleção do top-10 mundial. Apesar de ter alguns problemas com bola, principalmente na zona recuada, com muitas perdas de bola e algo lenta na transição defensiva, a equipa holandesa possui individualidades na frente que são de classe mundial. Lieke Martens (26 anos, FC Barcelona) é provavelmente uma das três melhores extremos nesta competição, destacando-se pela sua qualidade técnica, visão de jogo e capacidade para desbloquear blocos defensivos. Na frente, Miedema (22 anos, Arsenal) é agora a recordista de golos pelo seu país, e apesar de ser ainda jovem, é uma das melhores avançadas deste Mundial. Joga de costas para a baliza, atrai defesas, mortífera em frente à baliza e uma referência da sua equipa em jogos grandes.

O Canadá, no seu sétimo Mundial consecutivo, terminou no segundo lugar do grupo e mostrou que, apesar de ir defrontar uma equipa muito forte nos oitavos de final, pode sonhar na competição e com um lugar pelo menos nas oito melhores. Com Janine Beckie (24 anos, Manchester City) em boa forma no meio-campo, o destaque vai para a lenda da equipa, Sinclair (36 anos, 283 jogos, 181 golos, Portland Thorns FC), que lidera a equipa no ataque e marcou no último jogo do grupo, frente à Holanda.

Os Camarões surpreenderam e ficaram em 3.º lugar , vencendo a Nova Zelândia num jogo emotivo já aos 90+6' e garantindo assim a passagem aos oitavos de final. Apenas na sua segunda presença num Mundial, a lateral Leuko (27 anos, Arras FCF), Nchout (26 anos, Valerenga) e a ponta de lança Onguene (30 anos, CSKA Moscovo) mostraram o porquê de jogarem em campeonatos europeus competitivos, distinguindo-se das restantes colegas.

A Nova Zelândia mostrou ter argumentos para mais, mas saiu deste Mundial com 0 pontos. Com duas referências na defesa e no ataque, a central Rebekah Stott (26 anos, Avaldsnes) e ponta-de-lança Sarah Gregorious (31 anos, AS Elfen Saitama) mostraram pormenores interessantes.

Classificação:

  1. Holanda, 9 pontos (6 golos marcados, 2 golos sofridos)
  2. Canadá, 6 pontos (4 golos marcados, 2 golos sofridos)
  3. Camarões, 3 pontos (3 golos marcados, 5 golos sofridos)
  4. Nova Zelândia, 0 pontos (1 golo marcado, 5 golos sofridos)

Grupo F

Os Estados Unidos quebraram uma série de recordes durante a fase de grupos. (Fotografia: SPORT)

Os Estados Unidos são, provavelmente, a melhor equipa do Mundo neste momento. Dominaram todos os jogos como quiseram, utilizaram todas as jogadoras de campo e provaram que estão neste Mundial para conquistar o troféu que ainda é seu. Fortes com bola, fortes no contra-ataque, seguras defensivamente e muita qualidade individual. Todas as jogadoras são de classe Mundial mas, para além das estrelas Alex Morgan (29, Orlando Pride) e Carli Lloyd (36 anos, Sky Blue FC), têm sido jogadoras mais jovens a brilhar. A central Abby Dahlkemper (26, NC Courage), e as médios Sam Mewis (26, NC Courage) e Lindsey Horan (25, Portland Thorns FC), sendo esta última a grande revelação da equipa, no seu primeiro Mundial pela Seleção Americana.

A Suécia não conseguiu vencer os EUA, mas tem em vista uma presença nas meias-finais, algo que vai ser difícil tendo em conta a competitividade do torneio. A Suécia gosta de ter bola, é muito pressionante e conta com a qualidade de Kosovare Asllani (29, Linköpings FC) para criar e finalizar jogadas. No meio-campo, a sua parceira Fridolina Rolfö (25, Wolfsburg) é uma jogadora tecnicista, sem medo de encarar adversárias e mais uma das craques desta equipa.

O Chile não fez história por causa de um golo sofrido. Com uma vitória no último jogo, as Chilenas conquistaram o terceiro lugar no grupo no seu ano de estreia no patamar mais alto do futebol feminino. A centrocampista Urrutia (25, Amazónia) e a guarda-redes Christiane Endler (27, PSG) são neste momento duas das heróis nacionais, que por muito pouco não marcaram presença nas melhores 16 equipas.

A Tailândia não fez qualquer ponto, mas deu-nos o melhor momento do torneio ao marcar o seu único golo frente à Suécia. Um prémio merecido para todas as pessoas que contribuem para o desenvolvimento do futebol tailandês e das suas jogadoras, que honraram as suas cores e o seu país.

Classificação:

  1. Estados Unidos, 9 pontos (18 golos marcados, 0 golos sofridos)
  2. Suécia, 6 pontos (7 golos marcados, 3 golos sofridos)
  3. Chile, 3 pontos (2 golos marcados, 5 golos sofridos)
  4. Tailândia, 0 pontos (1 golo marcado, 20 golos sofridos)